Cronicas Insulares

 LIDE , O EFÊMERO

O lide ( aquela frase em letras maiores nas chamadas dos jornais) tem vida curta, efêmera às vezes nem tem, é natimorta. Ao longo do tempo mudou muito e , por vezes, se aproxima do que foi, quer seja com aumento da tecnologia ou não, senão vejamos:

 

O advento do rádio superou o peso inercial dos jornais, através do espaço, em ondas, curtas, médias e tropicais, a notícia, literalmente, voava, ao invés de ser transportada. O papel, este maravilhoso veículo que se constituía o hard disk da noticia, tinha, e tem, seus limitadores físicos que vão desde a plantação das florestas, fabricação do papel, impressão e distribuição, além de outras variáveis tais como tinta, intempéries e outros detalhes mas, voltemos ao lide

 

Definida nos dicionários (sic) lide 'lid(e) nome masculino – linha ou parágrafo inicial que apresenta de forma concisa e objetiva o assunto que se desenvolve na reportagem – Do inglês lead <<idem>> , voltemos à lide rece ainda diversos sinônimos tais como destaque, manchete, destaque da manchete, etc. Façamos uma cronologia simplista aqui no Brasil:

 

O primeiro jornal do Brasil, “ A GAZETA DO RIO DE JANEIRO” estampava seus textos sem letras garrafais;  letras da mesma família e tamanho que o texto. Embora a imprensa brasileira tenha sido criada, oficialmente a 13 de maio, somente em 10 de setembro de 1808 começos a circular “ A G do Rio de Janeiro” sem a concorrência do rádio, que teve sua primeira transmissão experimental levada ao ar em 1922 e, somente em 1923 surgia a primeira radio concorrente do lide dos jornais, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, ainda incipiente, em termos de concorrência com a notícia mas, se pouco concorrente, ainda assim, infinitamente mais rápida.

Vamos dar um salto tempo e nos colocar, depois de “ A gazeta do Rio de Janeiro” em 1812, quando aconteceu o lançamento da primeira revista brasileira As Variedades ou Ensaios de Literatura , lançada em Salvador. Aqui, ainda dominava a notícia escrita e, ainda que lançada uma revista, o jornal, dado sua periodicidade mais curta, era a notícia mais recente que se podia obter; novamente vamos saltar no tempo e vamos aos anos de 1950 em diante onde no Rio destacavam-se o Correio da Manhã, O Globo e Jornal Brasil e em São Paulo “ O Estado de São Paulo (Estadão) “, “ A Folha de São Paulo ” , entre outros estaco “ A folha da Noite “ por ser editada e distribuída à noite bem como destaco, no Rio e em São Paulo os vespertinos Diário da Tarde, Ultima Hora e outros tantos lembrando que “ O Globo” era também um vespertino. Situemos, também a seu devido tempo “O Diário da Noite” que era distribuído às 17 horas.

Nesta fragmentada memória aqui descrita buscamos entender o tempo de duração do interesse pelo lide: Se no início de nossa imprensa a notícia ainda era notíci

a até por vários meses, como por exemplo as noticias vindas do exterior que chegavam trazidas de navio, ao alvorecer do rádio duravam dias, explico melhor: - Nem todos tinham rádio e a noticia se espalhava via periódicos, mais lentamente, já nos anos cinquenta era muito mais efêmera, isto posto nas capitais, com o surgimento da disputa entre publicações matutinas e vespertinas que provocavam o interesse pela próxima noticia em poucas horas.

De saltas pelo tempo vamos nós: Os vespertinos se foram, “O GLOBO” passou a ser matutino, assim como os grandes jornais. Edições cm muitas matérias exigiam gráficas poderosas e muito tempo e esforço jornalistico daí, o aumento de duração das lides, via matéria fria e informações de serviço, ou seja, os informes “ de dentro” das capas, conduziam o leitor a ter mais matéria do que pudesse ler rapidamente e supria-se necessidade de uma noticia “ fresca” com os cadernos interiores mais densos de conteúdo e de prestação de serviços assim como a introdução dos classificados aumentou o tempo de retenção do papel impresso em mãos dos leitores por constituir-se uma notícia de duração de, ao menos, alguns dias, supostamente.

Não esquecemos de nenhum periódico apenas estamos , com alguns destaques, mostrando o tempo de duração dos lides.

Vamos aos anos 80/90 onde Diário Popular, Folha, Estadão, Globo e Jornal do Brasil, alem de outros não menos importantes, engordavam suas tiragens, como o caso da Folha, em mais de um milhão de exemplares, precisamente 1.117.802  , no Espirito Santo “ A Gazeta” alcançou 125.000 exemplares quando, honrosamente, respondíamos pela Gerencia de Circulação.

Pois bem chegou uma “menininha”, como diz a gíria “ nova no pedaço”, a tal televisão, isto em 1951 e junto com ele o primeiro telejornal do Brasil: “ Imagens do Dia´, que foi ao ar pela primeira vez no dia 19 de setembro de 1950, das 21h30 às 22h, na TV Tupi. Estava aí decretada, mais uma vez , o encurtamento da vida do lide pois as notícias do dia, antes de serem publicadas no jornal, o eram na TV portanto, os lides estampados nos jornais, já eram natimortos, em sua maioria, enquanto se constituíam manchetes, deixemos bem claro.

Chegamos, ao hoje e ao agora: um sem numero de publicações físicas, fechou as portas, as rádios migraram e noticiário neles, é exceção, a não ser "flashs" de alguma agencia jornalistica ou uma poucas dedicadas inteiramente a noticia; a TV aberta vai levando ao sabor de uma valsa que se ouve mais ao longe, a divisão de audiência com a TV fechada e os streamers de vídeo e filmes vão corroendo as audiências e fazendo náufragos, muitos jornais mas, ainda persiste só que, agora, com os lides também natimortos.

Então, o que acontece com a vida dos lides agora? Quanto duram? Bem pouco ou, quase nada e, se existe alguém culpado, este alguém ou coisa se chama... intenet.... tudo é rápido, muito rápido a lide de agora, de um minuto atras acabou de falecer, explodiu e, qual fênix, brotou transmutada em inúmeros outros, cada jornal com uma, cada blog com duas, outros jornais com até dez, concorrendo entre si e.... já não conseguimos mais lembrar da último talvez, nem do site onde a lemos.

 A internet mudou a forma de comunicação: os editores chefes, redatores e leitores, são os mesmos repórteres cada qual, colocando seu lide e, perdoem-me o trocadilho :

Cada qual que lide com seu lide, da melhor forma que conseguir lidar,.

ALÉM DOS ANÉIS, VÃO-SE OS DEDOSResultado de imagem para guarda municipal de vitoria

A Guarda Municipal de Vitoria esta multi mal instalada: No centro, perto de Jucutuquara e, sei lá mais onde. O  fato é que não necessitava estar em espaços exíguos. Sobra espaço no Forte de São João, no Carmélia Teatro abandonado pela administração atual, também.

Uma série de outros espaços comportariam, também, outros organismos municipais: O Cajun da Praia do Sua poderia estar integrado à Antiga Fábrica 7474, lá tem espaços vazios. Subsecretarias poderiam ocupar o Forte de São João, O Carmélia ou o mal utilizado espaço onde a Capitania dos Portos ficou até que  aterrassem o mar em volta dela, no centro da Cidade, também.

A Farmácia Cidadã, sofre com  A DOENÇA ADMINISTRATIVA QUE SE INTITULA ADMINISTRAÇÃO LUCIANO RESENDE.  O espaço é extremamente apertado e, entender como é que o trabalho dos funcionários consegue ser feito seria , no mínimo, um ato de caridade. Trabalham apertados pela incompetência em um ambiente onde os munícipes te,m que esperar em pé, sua vez de serem atendidos já que lá, também, as mal fadadas agendas do LUCIANO PÉ DE PANO, não funcionam: quem chega para o horario das 10:00, raramente consegue ser atendido antes das 11:30.

UM CAUS completo, uma anarquia administrativa tolerada pelos coniventes que ocupam a Camara Municipal, pagos com o dinheiro do povo para fiscalizar o "trabalho" do alcaide estes, tambem conhecidos como VEREADORES.

Em contrapartida, acanalhadamente e sob inumeros pretextos o alcaide quer doar o Forte de São João e o Carmélia de Souza para a FECOMERCIO. Malfadado o leilão que entregaria o monumento público por meros 2 milhões eis que, ao que parece o INCOMPETENTE que traz consigo, na administração da Secretaria da Cidade, ou coisa que o valha, seu braço direito tambem conhecida como MINI,  resolve entregar o patrimonio público enquanto nos entrega a conta de aluguéis de outros imóveis Isto, sem falar no Mercado de São Sebastião entregue a Liga das Escolas de Samba e ao Mercado da Capixaba entregue as baratas e àos inumeros anuncios e promessas de reforma.

É a administração pública a desserviço do cidadão!

Convenhamos, o mote de campanha do Luciano Pé de Pano era mudança e, isto ele cumpriu: VITÓRIA MUDOU...... PARA MUITO PIOR!   Além de entregar os anéis, o alcaide  quer entregar nossos dedos!

 

A MATEMÁTICA PORCA DE LUCIANO PE DE PANO

Dois mais dois... QUATRO! ou seria  que o subversivo LUCIANO PE DE PANO  tivesse feito uma matemática mudança???????

Há uma clara subversão de valores quando se trata da administração municipal de Vitória.

Um atraso nas bases de cálculo, nas contas mínimas, mascarados por uma obtusa faixa verde que atrasa a via de acesso ao Aeroporto... mas falemos dessas OUTRAS IGNÓBEIS BURRICES DO PÉ DE PANO DEPOIS!

Por hora, concentremo-nos na CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE. Recém começada, as doses .........................................  ACABARAM!!!!!!?!!

COMO  ASSIM LUCIANO  PE DE PANO, COMO  ASSIM ANTI-LENIENTE MINI ESCUDEIRA?

Como entender que o tal AGENDAMENTO não previsse quem fosse ser vacinado? 

Fui ao Posto da Praia do Sua... os funcionários disseram que só com agendamento... então chegamos a conclusão da Educação ZERO, sequer a matemática mínima do dois mais dois igual a quatro, os ASSECLAS de LUCIANO sabem...

COMO ACABAR AS DOSES DE VACINA JÁ QUE ESTAVAM PROGRAMADAS? HOUVE PREVARICAÇÃO?  OU SERIA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA? OU FAVORECIMENTO OU, MELHOR QUE ASSIM FOSSE: MERO ERRO DE CÁLCULO  ANABOLIZADO PELA INCOMPETÊNCIA?

 

JÁ QUE HAVIA AGENDAMENTO, PORQUE FALTARAM VACINAS, PORQUE ACABARAM?

COM A PALAVRA  OS UM  MAIS SETE MAIS UM, IGUAL A NADA> QUE MATEMÁTICA PORCA!

 

O POSTO INSALUBRE DE LUCIANO RESENDE

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O Alcaide pé de pano tem o toque de Midas, ao contrario, ou , em melhor juízo, o toque de Taylor ( o pai da Organizaçao e Métodos) ao contrario. Onde ele mete a máo, vira bagunça ou burocracia burra.

Aberta a temporada de vacinas da gripe fui hoje ao Posto de Saude da Praia do Suá. Posto com poucas pessoas, funcionarios aparentemente até  com  folga, nada de estress, de filas.

Perguntei onde vacinar-me.... "tem que agendar" falou a funcionária e, segundo informaçoes agendamento para o dia 09 de maio e olhe que estamos falando de 23 de abril.

Como reclamei a funcionária perguntou-me onde morava e respondi informando meu endereço que esta na área de atendimento do Posto... "entáo venha cá que resolvemos"

Parece favor, e náo aceitei o SUS é sistema unico de Saude e todos devem ter IGUALDADE de atendimento sem sectarismos ou bairrismos.

Vitória encontra-se assim, sob a burrocracia do alcaide Pé de Pano ( o cavalo do desenho animado do pica pau) e sua Mini mal humorada .  Estáo por entregar o patrimonio publico a FECOMERCIO a troco de nada inclusive com planos de entregar alem do Forte de Sáo Joáo, o Teatro Carmelia, por pura INCOMPETENCIA. Diversos orgáos pagam alugueis para funcionar ou estao mais do que mal instalados. Espaços náo faltam, apenas sobra a maldita incompetencia do Pe de Pano e sua troupe. O 747, sub utilizado, o museu no Centro com salas vazias, a Farmácia cidada espremida , a guarda municipal apertada os alugueis sendo pagos e os imóveis "doados"a Fecomercio. 

A administraçao doente do Pe de Pano desta feita  faz mais uma vitima, o Posto de Saude se torna Insalubre aos usuarios da capital.

 

 

 

O Turismo se compõe de 50  atividades entre elas, alimentação, hospedagem, transporte, feiras, eventos, artesanato, estas ultimas,  impactam diretamente na receita do município pois são geradoras de ISS, imposto sobre serviços. Ora, o alcaide de Vitória, alopradamente, quer acabar com feiras na praça do Papa. Há dez anos, ou mais, elas acontecem lá. Alega a desritimada administração que as feiras trazem impactos no piso, sujeira, etc, etc. Concordo; todo evento tem impactos e estes impactos são facilmente ELIMINADOS com um termo de ajuste de conduta ou mesmo um contrato de cessão do espaço bem feito.

O desritimado alcaide dá um tapa na cara da procuradoria, dos técnicos em turismo, dos servidores falando tamanha insensatez sem os consultar ou se o fez, então, estamos mesmo sem Turismo e Sem Administração.

O turismo da capital tem sofrido diversos reveses; o que antes era uma Secretaria, virou um apêndice doente da Secretaria de Geração de Trabalho e Renda, que também, por não se pronunciar sobre esta estapafúrdia ideia, pelo visto, está na UTI.

Gerar renda extra, em oportunidades de eventos, faz parte de uma política global, eles existem em todos os lugares do mundo, desde pequenas cidades até nas megalópoles. O público envolvido nestes eventos é de interesse econômico de cidades e países.

Parece-nos que o comentarista das redes sociais estava certo: a incompetência gera o medo e até mesmo o pavor de alguém reclamar dos impactos das feiras ou de outros serviços a serem proibidos.

A Câmara Municipal se omite,   parece ter medo do alcaide ou estar devendo algo a ele pois, se fossem cumprir seu papel de legisladores plenos, teriam dado destino à Praça por Força da Lei e não deixando ao alcaide as decisões estapafúrdias que quer tomar.

O Turismo de Vitória está doente, o alcaide precisando de tratamento também, dado a sua bipolaridade de argumentos.  Se por um lado, segundo alega ele, sofre o município com queda de arrecadação por outro, quer reprimir a arrecadação de ISS, dinheiro direto nas veias da Receita Municipal, sangue novo, fora do orçamento mas, que pode ajudar a completa-lo em parte.

Já que estamos na virada do ano bom fazermos nossos pedidos entre eles, a devolução da sanidade à administração pública... Tá bom, vou concordar com o que você pensou mas..... MILAGRES PODEM ACONTECER!

 

 

 

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