Cronicas Insulares

O POSTO INSALUBRE DE LUCIANO RESENDE

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O Alcaide pé de pano tem o toque de Midas, ao contrario, ou , em melhor juízo, o toque de Taylor ( o pai da Organizaçao e Métodos) ao contrario. Onde ele mete a máo, vira bagunça ou burocracia burra.

Aberta a temporada de vacinas da gripe fui hoje ao Posto de Saude da Praia do Suá. Posto com poucas pessoas, funcionarios aparentemente até  com  folga, nada de estress, de filas.

Perguntei onde vacinar-me.... "tem que agendar" falou a funcionária e, segundo informaçoes agendamento para o dia 09 de maio e olhe que estamos falando de 23 de abril.

Como reclamei a funcionária perguntou-me onde morava e respondi informando meu endereço que esta na área de atendimento do Posto... "entáo venha cá que resolvemos"

Parece favor, e náo aceitei o SUS é sistema unico de Saude e todos devem ter IGUALDADE de atendimento sem sectarismos ou bairrismos.

Vitória encontra-se assim, sob a burrocracia do alcaide Pé de Pano ( o cavalo do desenho animado do pica pau) e sua Mini mal humorada .  Estáo por entregar o patrimonio publico a FECOMERCIO a troco de nada inclusive com planos de entregar alem do Forte de Sáo Joáo, o Teatro Carmelia, por pura INCOMPETENCIA. Diversos orgáos pagam alugueis para funcionar ou estao mais do que mal instalados. Espaços náo faltam, apenas sobra a maldita incompetencia do Pe de Pano e sua troupe. O 747, sub utilizado, o museu no Centro com salas vazias, a Farmácia cidada espremida , a guarda municipal apertada os alugueis sendo pagos e os imóveis "doados"a Fecomercio. 

A administraçao doente do Pe de Pano desta feita  faz mais uma vitima, o Posto de Saude se torna Insalubre aos usuarios da capital.

 

 

 

O Turismo se compõe de 50  atividades entre elas, alimentação, hospedagem, transporte, feiras, eventos, artesanato, estas ultimas,  impactam diretamente na receita do município pois são geradoras de ISS, imposto sobre serviços. Ora, o alcaide de Vitória, alopradamente, quer acabar com feiras na praça do Papa. Há dez anos, ou mais, elas acontecem lá. Alega a desritimada administração que as feiras trazem impactos no piso, sujeira, etc, etc. Concordo; todo evento tem impactos e estes impactos são facilmente ELIMINADOS com um termo de ajuste de conduta ou mesmo um contrato de cessão do espaço bem feito.

O desritimado alcaide dá um tapa na cara da procuradoria, dos técnicos em turismo, dos servidores falando tamanha insensatez sem os consultar ou se o fez, então, estamos mesmo sem Turismo e Sem Administração.

O turismo da capital tem sofrido diversos reveses; o que antes era uma Secretaria, virou um apêndice doente da Secretaria de Geração de Trabalho e Renda, que também, por não se pronunciar sobre esta estapafúrdia ideia, pelo visto, está na UTI.

Gerar renda extra, em oportunidades de eventos, faz parte de uma política global, eles existem em todos os lugares do mundo, desde pequenas cidades até nas megalópoles. O público envolvido nestes eventos é de interesse econômico de cidades e países.

Parece-nos que o comentarista das redes sociais estava certo: a incompetência gera o medo e até mesmo o pavor de alguém reclamar dos impactos das feiras ou de outros serviços a serem proibidos.

A Câmara Municipal se omite,   parece ter medo do alcaide ou estar devendo algo a ele pois, se fossem cumprir seu papel de legisladores plenos, teriam dado destino à Praça por Força da Lei e não deixando ao alcaide as decisões estapafúrdias que quer tomar.

O Turismo de Vitória está doente, o alcaide precisando de tratamento também, dado a sua bipolaridade de argumentos.  Se por um lado, segundo alega ele, sofre o município com queda de arrecadação por outro, quer reprimir a arrecadação de ISS, dinheiro direto nas veias da Receita Municipal, sangue novo, fora do orçamento mas, que pode ajudar a completa-lo em parte.

Já que estamos na virada do ano bom fazermos nossos pedidos entre eles, a devolução da sanidade à administração pública... Tá bom, vou concordar com o que você pensou mas..... MILAGRES PODEM ACONTECER!

 

 

 

Chamem seu Vigário e que traga junto seus incensos, coroinhas, velas, candelabros e uma centena de carpideiras: O Mercado Municipal morreu. Não que ninguém soubesse disso, já vem acontecendo a muito tempo mas, o descaso, nos ultimos seis anos, só é comparavel ao descaso dos lava-jatinos com a população brasileira.

O desmonte começou com a conversa fiada do alcaide pé de pano que mostrou interesse no moribundo.... há tristeza e, como no titulo do livro de Garcia Marques, Crônica de Uma Morte Anunciada.

Se o alcaide, de profissão que nunca deveria ter abandonado pela política, destinava seus esforços a salvar vidas aqui, virou coveiro. 

As investidas estúpidas da municipalidade tiraram de lá o bar do Nelson, uma loja de utensilios domesticos e mais um ou dois pequenos negócios, contribuindo para a degradação do predio, mais do que esquecido e abandonado.

Alega a administração municipal falta de recursos para movimentar a obra, o que deveria ter sido aferido ANTES de desmontar o mercado e então, para compensar o custo do velório , quer vender um patrimônio histórico, como o forte de São João para, com os recursos, reformar, ou sei lá o que o Mercado da Capixaba.

 O centro vai mal das pernas, não é so o Mercado que esta morrendo, a administração publica contribui, junto com a crise econômica para que isto aconteça. Edificios vazios que poderiam servir de morada social, como a antiga sede do Inss, estão às traças e, volta e meia invadidos; o Teatro Glória, recém inaugurado, em sua restauração, carece de estacionamento, abundante à noite, se  houvesse uma parceria com a Guarda Municipal, esmerada em sacar multas e guardar os ricos.

Falta levar pra lá o Fast Food sobre rodas, um arranjo pequeno de artistas locais, uma parceria com a UFES, IFES, com promotores de cultura e, sem conversa fiada ou pudores econômicos, propiciar o acesso aos ambulantes, organizadamente, como a Serra o faz, na festa de São Benedito.

O coveiro, em sua sanha de enterrar o Centro, cada vez mais, não aproveita a sinergia com o armazem refrigerado do porto onde, aproveitando a segregação viaria dominical ou dos feriados , destinando às bicicletas, um espaço maior se destinasse para que lá fossem ministradas oficinas, permanentemente, como  o Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, com impactos ínfimos no orçamento.

A pá de cal foi entregar  a estes desmiolados o Museu do Porto, de parcas e esparsas instalações. Uma pena.

Não adianta chorar pitangas escolhemos, e muito mal, a administração municipal do Sr Luciano Pé de Pano agora, empenhado em sua sucessão. Veremos o que mais  ele enterrará.

-" Ave, Luciano, os que vão morrer no Centro, junto com o Mercado Municipal, te saudam!" 

 

 

Retórica, discursos açucarados para os eleitores e apimentados para os adversários e promessas sem lastro. Os discursos do alcaide de vitória, secundados por sua fiel sargenta sem graças não são diferentes dos demais empossados que irão deixar suas cadeiras  em 2018.

O que causa espécie é a desfaçatez, a mentira contada torpemente, o engodo com que levam para o povo um monte de impossibilidades..... “POR FALTA DE DINHEIRO !!!! ”.

Tem dinheiro? CLARO QUE NãO mas, não deveria faltar sobretudo que foram eles, os reeleitos, que produziram aquela peça ficcionária chamada orçamento.

O orçamento, então, já que reeleitos foram, começa a sofrer suas mutações  dignas do Dr Victor Frenkenstein . São arranjos aqui e acolá para manter as ditas “promessas de campanha”,  outra obra de ficção que é reeditada de 2 em 2 anos.

Não faço diferenciação entre o alcaide insular e tantos outros e também governadores que, depois de reeleitos, descobrem que o caixa esta vazio e pior, que foram eles que esvaziaram e descobrem que, também, não podem colocar a culpa na administração anterior, só em sua incompetência e falta de confiança em si mesmos  pois se confiassem, fariam promessas factíveis.

Andando pelas ruas de nossa capital se lançarmos um  olhar, até o mais descuidado, não pode deixar de ver as lixeiras estragadas. A substituição acontece, reconheçamos. A PMV troca as quebradas por outras mas, a velocidade da falta de educação de muita gente faz com que pareça que não são trocadas.

Tristemente, não são algumas, são inúmeras: torcidas, chutadas, arrancadas e não parece que seja a população dos “noiados” que faz isso. São aqueles mesmos transgressores que pulam a roleta, destratam a população e produzem insegurança que  assim procedem.

População jovem, tipo nem-nem , nem estuda, nem trabalha, só transgride. Em sua maioria, menores , faixa de 15 até 18 anos. Uma população que aprendeu que “estudar não vale a pena” que “trabalhar não vale a pena”.

Estamos sendo saqueados pois a passagem fica mais cara, a manutenção fica mais cara nas cidades, a necessidade de supervisão fica mais cara, para manter a segurança.

Culpados: NÓS que deixamos a política na mão de crápulas como estes da lava jato, ladrões de recursos, de dinheiro e dos sonhos brasileiros.

Remédio: 2018 vem aí vamos nos engajar para livrar o pais desses safados e dos incompetentes também.

Ou matamos essa desgraça através do voto ou eles nos matam através de seus atos saqueando arte nossas lixeiras!

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